fevereiro 14th, 2012

Alianças

Eu sempre repito isso, mas é verdade que adoro desenhar alianças, pois cada uma tem uma história muito particular por trás. São únicas no conceito, na essência e na forma.

Alianças em ouro branco. A da noiva, com brilhantes

Essas fotos são do casamento da Yasmin e do Sérgio. As alianças são de ouro branco, sendo que a dela foi feita com brilhantes em toda a sua volta. Era um desejo da própria Yasmin e o resultado ficou ainda mais especial.

Detalhe das alianças na foto do Marcelo Daflon

Eles se casaram em novembro do ano passado, no Mosteiro de São Bento. Lugar lindo, a capela foi toda restaurada recentemente… A festa foi na Confeitaria Colombo, para mim um lugar único no Rio. Alegria, sempre, para vocês!

fevereiro 9th, 2012

Obras interagem com o espaço

Apesar de apresentarem propostas diferentes, dois eventos recentes na cidade me chamaram bastante a atenção: o projeto Fachada e a instalação Máximo Silêncio em Paris. Isso porque ambos trouxeram a luz como fio condutor da manifestação artística pública e permitiram, desta forma, que as pessoas vivessem uma experiência inusitada (e linda!) em dois pontos super tradicionais do Rio de Janeiro.

No final do ano passado, o Centro Cultural Banco do Brasil recebeu o projeto Fachada que conjugou videomapping (um tipo de projeção de imagens em 3D) com conceitos artísticos de vanguarda. Enquanto um DJ tocava, o cantor e poeta Arnaldo Antunes declamava poemas de Augusto de Campos (em homenagem aos seus 80 anos) e a fachada do CCBB era iluminada por essas projeções.

No projeto Fachada, projeções no CCBB

Até o início de fevereiro, a instalação Máximo Silêncio em Paris, do artista italiano Giancarlo Neri, iluminou literalmente a Praça Paris, no centro do Rio.  Arte e tecnologia a céu aberto! A obra dispôs cerca de nove mil lâmpadas que, programadas em ciclo, mudavam de intensidade e cor (azul, vermelho, amarelo e verde).  Depois de cinco minutos, ficavam descontinuadas, resultando em um efeito multicolorido. Este mesmo projeto já foi apresentado em Roma, Madri e Dubai.

Máximo Silêncio em Paris, no Rio de Janeiro

Não poderia deixar de citar uma instalação que roubou a cena no Light Festival de Ghent, em janeiro desse ano, na Bélgica. A construtora italiana Luminarie De Cagna produziu uma estrutura metálica, semelhante a uma igreja, forrada com 55 mil lâmpadas LED coloridas. O resultado foi tão grandioso que os visitantes passaram a chamar a estrutura de nova catedral de Ghent.

Festival de luzes em Ghent

fevereiro 2nd, 2012

SEGURA, FAZ FAVOR

O Centro Coreográfico do Rio de Janeiro convidou a Angel Vianna para indicar artistas para o projeto Novos Criadores, que tem como objetivo abrir espaço para novos coreógrafos e faz parte da programação de revitalização do espaço. Eu, Cecília Ripoll e Laryssa França fomos convidadas para apresentar a nossa performance “SEGURA, FAZ FAVOR”. E nos sentimos muito honradas em participar desse movimento de democratização da arte e do entretenimento!

Fragmentos da nossa performance

Tivemos como base de criação a improvisação a partir do método Viewpoints aliada ao desejo de investigar o gesto cotidiano, principalmente o feminino, e a transformação de um gesto ordinário em um movimento que possa ser repetido além do uso comum, tornando-se assim uma dança. Propomos a convivência do trágico e do cômico, do improviso e do coreografado, do uníssono e do contraponto, do corpo organizado e desconstruído.

As apresentações da Angel serão nos dias 11 e 12 de fevereiro, de graça para o público!

Outros trabalhos selecionados: “RESSONANCIA” (Laryssa Freitas); “O MOVIMENTO QUE EU FAÇO ME INCLUI NELE” (Mayra Roqui, Cristiane Moreira, Marisa Avelar, Fernanda Schilipack, Paula Mussumeci e Rafaela Freitas); “UM CORPO SEM ROSTO” (Ana Luiza Lito, Conceição Carlos, Leandro Rabello e Maria Noujaim); “DA ESPÉCIE DAS ORIGENS” (Andre Rumjanek e Fabiano Nunes); e “O MISTÉRIO DA ESFERA” (Rodrigo Ceribelli).

janeiro 26th, 2012

A arte dos sentidos cruzados

Conheci essa artista israelense há pouco tempo e me encantei por seu trabalho: Michal Levy. Além de ser musicista e designer, ela produz animações lindas e super coloridas, que já viajaram o mundo.

O curioso é que ela sofre de sinestesia, uma condição neurológica do cérebro que interpreta de diferentes formas os sinais percebidos pelo nosso sistema sensorial. Ou seja, essas pessoas podem ver sons, sentir cores e até mesmo o paladar das formas.

GiantSteps_Michal Levy

Parece loucura a princípio, mas está longe de ser. Do ponto de vista médico, jamais foi considerada uma doença e, mesmo que a causa ainda seja desconhecida, a consequência pode ser muita criatividade e ousadia. No caso da Michal, ela resolveu fazer animações quando percebeu que em sua cabeça o som apresentava formas e cores. Assim, quando ela escuta um som ou uma nota musical, imediatamente vê uma forma geométrica.

Olha só o que ela fez com a música do John Coltrane! http://michalevy.com/giant-steps. Essa animação já teve exibições em vários países, como França, Inglaterra, Itália, Alemanha, Dinamarca e Estados Unidos.

janeiro 25th, 2012

Seguindo no clima carioca…

A pedido de alguns visitantes do site, reproduzo abaixo o quiz publicado pelo jornal O Globo, na revista Rio Show da última sexta-feira.

SAIBA SE VOCÊ É CARIOCA DE VERDADE!

1 – Dizer a um amigo “vamos nos ver”, não marcar nada e, mesmo assim, continuar sentindo sinceras saudades deles
2 – Pensar “por que não venho mais vezes?” a cada passeio agradável no Jardim Botânico
3 – Já ter desfilado por sua escola de samba do coração ou, ao menos assistido a um desfile na Sapucaí
4 – A-do-rar andar de bicicleta pela orla
5 – Reclamar do caos, mas curtir a noite na Lapa
6 – Já ter ido à Feira de São Cristóvão (se, para completar, até dançou forró, ponto final!)
7 – Já ter ajudado um turista
8 – Sofrer com os alagamentos da Praça da Bandeira
9 – Ter ficado ilhado num bar tomando cerveja e esperando a água da chuva baixar
10 – Achar cafona, mas ao mesmo tempo legal, aplaudir o pôr do sol em Ipanema
11 – Vestir casaco só porque está caindo uma chuvinha
12 – Tirar onda de ter a maior floresta urbana do mundo, a da Tijuca, mas raramente ir lá
13 – Terminar a noitada na Pizzaria Guanabara. Ou no Lamas. Ou no Nova Capela. Ou no Eclipse. Ou no Cervantes
14 – Achar o CCBB “coisa” de primeiro mundo
15 – Tomar banho no cano nas Paineiras e se sentir voltando de uma autêntica cachoeira
16 – Se orgulhar de já ter subido até a Pedra da Gávea
17 – Correr ao ar livre e apreciar o visual (ou se prometer que um dia terá disposição para uma corridinha)
18 – Já ter ido a uma festa na favela e se deslumbrado com o visual
19 – Reclamar do engarrafamento causado pelos blocos
20 – Se acabar nos blocos, alheio ao trânsito e à sujeira da rua
21 – Ter algum objeto com a imagem de São Sebastião (ou de São Jorge, que não é nosso padroeiro, mas é quase)
22 – Curtir passear na feira do Rio Antigo (e quem sabe também vai na feirinha de antiguidades da Praça XV)
23 – Saber o que é descer até o chão num baile funk (ponto extra para quem já desceu!)
24 – Já ter cruzado ao menos 1 vez com a Mulher de Branco, o Zé das Medalhas ou o Saddy
25 – Comer pastel na feira da Rua General Glicério, em Laranjeiras, embalado por um chorinho
26 – Ir à praia à noite no Arpoador
27 – Ir a Cadeg para comprar flores baratinhas e comer bolinho de bacalhau no Cantinho das Concertinas
28 – Ter almoçado numa das ‘tias’ de Barra de Guaratiba
29 – Ter um garçom amigo que chama pelo nome
30 – Ir a um samba pé de chinelo e se surpreender com a canja de um bamba
31 – Adorar o horário de verão
32 – Ter enfrentado um megaengarrafamento a caminho de um show ou evento na Barra
33 – Deixar para ir à exposição mais falada da cidade no último dia e amargar hooooooras na fila
34 – Se emocionar ao chegar de avião no Santos Dumont ( ponto extra para quem souber cantar Samba do Avião)
35 – Se irritar profundamente ao chegar no Galeão
36 – Já ter feito compras no Mercadão de Madureira
37 – Cruzar com celebridade na rua e fingir que não está nem vendo
38 – Emendar a noite direto da praia
39 – Emendar a praia direto da noite
40 – Ter tomado, em algum lugar do passado, batidas do Oswaldo, na Barra, e hoje ser fã das caipirinhas do Quiosque do Português, no Leblon
41 – Ter um boteco de estimação
42 – Ter perdido as contas de quantas vezes foi ao Circo Voador
43 – Ver ressaca no Mirante do Leblon
44 – Ter passeado no trenzinho da Quinta da Boa Vista
45 – Ouvir improviso partido-alto à sombra da tamarineira do Cacique de Ramos
46 – Chegar a qualquer compromisso sempre dez minutos depois (e se achar “o pontual”)
47 – Ir para o trabalho com biquíni ou sunga sob a roupa para terminar o dia dando um mergulho
48 – Ter feito uma apostinha no Jockey
49 – Se referir às ruas de Ipanema só pelo primeiro nome: Aníbal, Garcia, Farme, Prudente, Vinícius…
50 – Adorar o visual da praia visto do Forte de Copacabana
51 – Já ter tomado chope no Amarelinho da Cinelândia
52 – Reclamar da confusão da Árvore da Lagoa, mas se pegar admirando-a a cada ano
53 – Cantar mais alto os versos “sou carioca, pô! Eu quero meu crachá” quando toca Rio 40° graus nas festas
54 – Ter cantado junto com a torcida numa partida de futebol no Maracanã
55 – Já ter ido de trem ao Engenhão
56 – Ir a uma missa no Mosteiro de São Bento só para apreciar a igreja e o canto gregoriano
57 – Encarar a Saara lotada para comprar fantasia de carnaval. Ou para comprar qualquer coisa
58 – Subir até o Morro da Urca pela trilha e depois, descer de graça pelo teleférico
59 – Tentar decifrar os autógrafos nas pilastras da Fiorentina
60 – Já ter batido boca com flanelinha
61 – Consultar o Twitter da Lei Seca para saber se está rolando blitz (coisa feia!)
62 – Segurar a bolsa de alguém que está em pé no ônibus
63 – Fingir que lê ou dorme para não ceder lugar no metrô
64 – Achar o bondinho de Santa Tereza um charme e torcer para ele voltar logo
65 – Viajar no Trem do Samba
66 – Avançar o sinal vermelho durante a madrugada com medo de ser assaltado
67 – Já ter dito que Niterói só tem uma coisa melhor que o Rio: a vista
68 – Adorar o bolinho de feijoada do Aconchego Carioca
69 – Desconfiar das condições de higiene em que é feito o mate de galão da praia, mas nem ligar
70 – Saber se o biscoito Globo está fresco só de dar uma apertadinha no pacote
71 – Tomar um chá na Colombo de vez em quando
72 – Saber que o samba nasceu na Pedra do Sal
73 – Já ter batido perna pelo famoso Morro da Conceição, berço da cidade
74 – Ter procurado a rua onde mora quando visitou o Corcovado
75 – Já ter encarado um cachorro-quente de carrocinha, vulgo podrão na madrugada
76 – Continuar gostando do chope do Bar Luiz, mesmo depois que ele mudou de marca
77 – Achar a mureta da Urca ótima mesa para tomar cerveja
78 – Adorar jogar altinho e frescobol à beira-mar
79 – Ser defensor ferrenho da proibição de altinho e frescobol à beira-mar na maior parte do dia
80 – Tentar um programa diferente, acabar caindo no mesmo lugar de sempre (seja Matriz, Nuth ou Fosfobox) e se divertir muuuuito
81 – Sentir saudades dos Tatuís
82 – Sentir saudades do Tívoli Park
83 – Prometer que nunca mais vai passar pela roubada de ver a queima de fogos no réveillon de Copacabana e, mesmo assim, voltar
84 – Dançar como se não houvesse amanhã num ensaio na quadra de escola de samba (em clubes não serve)
85 – Ter ido no plano inclinado do Santa Marta, no elevador do Cantagalo ou teleférico do Alemão
86 – Já ter tido uma noitada num clima meio basfond na Prado Júnior, na Vila Mimosa ou no Buraco da Lacraia
87 – Subir a escadaria da Igreja da Penha (ou, subindo de plano inclinado)
88 – Lembrar dos passeios de charrete e bicicleta em Paquetá
89 – Deitar para relaxar nos gramados do Aterro, de preferência no MAM
90 – Se irritar com o bancos do ônibus molhado e sujo de areia
91 – Achar “o fim” o taxista não parar para você saindo da praia molhado e cheio de areia
92 – Curtir um dia de viagem à praia em Grumari ou na Prainha
93 – Se vestir ainda na areia, depois de um dia de praia. No calçadão, jamais
94 – Ter vontade de voar de asa-delta (já voou? ponto extra)
95 – Saborear um Bacalhau que Nunca Chega no Antiquarius (ou querer ter dinheiro para isso)
96 – Ver um show de algum Velha Guarda no Terreirão do Samba
97 – Gostar tanto da mesa de bar na calçada que chega a lamentar o Choque de Ordem
98 – Saber o que é aquela estranha pirâmide no Aterro
99 – Dar uma volta de Pedalinho na Lagoa
100 – Até reclamar da cidade, mas não trocá-la por nenhuma outra
Marque um ponto para cada resposta afirmativa:
0 a 25 – Haole
Você até pode ter nascido no Rio, mas seu comportamento está muito parecido com o de um forasteiro; ou haole, como os surfistas definem aqueles que não são  locais.
26 a 50 – Carioquinha
Sabe aquela promoção anual que dá descontos nos pontos turísticos do Rio? Pois é. Você curte a cidade com ou sem promoção, mas fica muito no arroz com feijão.
51 a 75 – Carioca da Gema
Com certeza o teste só serviu para confirmar o que você já sabia: você é um carioca legítimo.
Mais de 76 – Cariocaço
Parabéns, campeão! Arrasou. Você é um carioca de carteirinha. Sabe tudo e mais um pouco das boas da cidade.
janeiro 20th, 2012

Rio, eu gosto de você

RIO DE JANEIRO

20 de janeiro, Dia de São Sebastião. A data perfeita para testar a nossa carioquice. E não deu outra! Acordei hoje e me deparei com a matéria do Rio Show, no O Globo, com 100 perguntas para saber quem é carioca de carteirinha. Os resultados vão de Haole, que é quase um forasteiro, até o Cariocaço, que nem precisa de mais definição.

Independente do tal teste, eu me sinto carioquíssima de alma e tenho a minha listinha particular de coisas prediletas nesta cidade que se tornou maravilhosa por muitos refrãos:

Acordar e olhar para o verde que permanece verde na Gávea
O prazer renovado diariamente de morar aqui
Andar de bicicleta por todos os cantos
Brincar com minhas meninas nas águas ainda claras do Arpoador
Os diferentes sabores do sorvete Itália na praia
A criatividade. Viva o Mate do Bem!
Saara, o melhor centro sócio-cultural da cidade
Comerciantes turcos, árabes, chineses… É carioquice na veia!
Ouvir, dançar, cantar. Samba, samba, samba
O jeito despreocupado de ser, de viver
O nascer do sol no horizonte, nas montanhas e arranha-céus
Cerveja gelada, queijo coalho, picanha na brasa
Viver com altos e baixos intensamente
Ser consciente e, mesmo assim, com orgulho de ser daqui
janeiro 17th, 2012

Somos multiuso, por que não?

Salto alto e baixo, versatilidade na criação da designer Daniela Bekerman

Não é à toa que versatilidade rima com personalidade, flexibilidade e possibilidade. Sem nenhuma pretensão poética, acho que essas são palavras que definem a característica mais inovadora no design: a multifuncionalidade.

Independente do que é sinônimo de bom gosto, o que vemos agora são as pessoas buscando alternativas práticas para a rotina, que podem ser percebidas em muitos cenários, seja na arquitetura, no design, na gastronomia, na moda… A grande diferença é que hoje o multifuncional, além de prático, também pode ser bonito, pois o design virou algo rotineiro, popular, aquilo que todo mundo gosta e quer. Valor agregado, é isso que as pessoas procuram.

Eu adoro a multifuncionalidade das coisas e naturalmente isso é refletido no meu trabalho. Procuro criar joias que possam atender a essa mulher que também é multifuncional.  Até mesmo para uma ocasião especial, penso em algo que seja dinâmico. Escrevendo esse post, lembrei de um brinco que desenhei para a Daniela todo em ouro branco com uma pérola central removível. O casamento aconteceu no dia 12 de janeiro desse ano. A ideia era que a joia tivesse versatilidade do altar para o dia-a-dia.

Casamento Daniela e Mauro

O post de hoje foi inspirado em alguns sites que costumo visitar. As páginas abordam temas diferentes, mas a praticidade está presente em todas elas:

http://cargocollective.com/danielabekerman – Daniela Bekerman é designer industrial e desenvolve objetos fofos e muito práticos. Ela ainda não produz em larga escala, mas tem uma mensagem no site dela avisando que está à procura de investidores. Alguém se habilita?

http://blessus.pl“Blessus é uma resposta para a vida agitada da mulher moderna”. Com essa apresentação, a marca desenvolve coleções que têm o zíper como elo principal. Desta forma, uma roupa de trabalho pode virar um  look de festa em menos de um minuto.

http://weareultra.com/ – Ultra é um coletivo de profissionais de diversas áreas como design, arquitetura e jornalismo, que trabalha com empresas e organizações na formação de IDEIAS e INSPIRAÇÕES para o desenvolvimento de produtos e outras experiências.

janeiro 13th, 2012

Ah, o amor…

Como diria Carlos Drummond de Andrade, “Depressa, que o amor não pode esperar”. E não pode mesmo. Quando a gente ama quer estar junto, construir uma família, dividir a rotina com aquela pessoa, as conquistas e os inevitáveis percalços no caminho… Juntos, essa é a premissa.

Por isso, desenhar joias para noivas me traz um prazer único, pois sei que aquela peça fará parte do início de uma história de vida e será relembrada sempre.

Na revista “Inesquecível Casamento”, destaque para o casamento da Carol com o Erik. O pedido por si só já deu uma prévia do romantismo que seria a festa. Aconteceu em Portugal, no topo das falésias na ponta de Sagres… O detalhe curioso é que pelo Erik ser chef, prefere não usar anel, então fiz uma corrente para ele pendurar a aliança.

Para o casamento da Bruna e do Gabriel, registrado na revista “Noivas Rio de Janeiro”, desenhei um brinco que, apesar de ser todo em brilhantes, trouxe leveza ao visual da noiva.  E como a vida dá voltas… Os dois se conheciam desde crianças, mas só em 2006 foram se esbarrar numa boate para dar início a essa história de amor.

Ah, o tal falado amor… A palavra lida já traz por si só um suspiro implícito. Por isso vale comemorar a união dos amores em todas as suas vertentes, de todas as formas, cores e sabores, em qualquer tipo de encontro ou celebração.

Revista Noivas Rio de Janeiro

Revista Inesquecível Casamento

novembro 11th, 2011

Novo site!

Conheça nosso novo site que foi reformulado especialmente para você!

http://www.belandraderamos.com.br/blog

novembro 11th, 2011

Mural das Noivas